ESCUTAR O AMOR…
«O filho mais velho da família, que regressava do trabalho, ouviu os sons de música em casa do pai. E perguntou o que se passava?. Um amigo que se encontrava à porta disse: Aquele teu irmão que saiu de casa, depois de ter vendido o vosso ouro, regressou esfomeado e maltrapilho. Mas como chegou são e salvo, o teu pai decidiu fazer uma festa. Ao ouvir isto, o filho mais velho encolerizou-se e não queria entrar…» (*)
Considerar-se “exemplar”. Desaperceber-se da fragilidade do outro… Entramos, assim, em becos escuros que justificam desconfianças, preconceitos, juízos infundados e considerações próprias de superioridade
(*) da parábola do “Filho pródigo”; ver evangelho de Lucas 15, 25-28ª





